A Inteligência Artificial já é parte da realidade nos escritórios de advocacia, mas sua adoção exige cautela, estrutura e responsabilidade.
Quando bem aplicada, a IA pode otimizar tarefas, apoiar decisões e aumentar a eficiência. Mas sem processos organizados e uma base sólida, ela pouco contribui para a prática jurídica.
Fernanda Martorelli, diretora geral do escritório, reflete em artigo para o Estadão, sobre os limites, riscos e as possibilidades da tecnologia no Direito, e lembra: a advocacia continua sendo, antes de tudo, uma atividade humana.