Nathália Grizzi comenta sobre novas sanções dos Estados Unidos ao Brasil

A crise empresarial no Brasil atinge níveis críticos. No primeiro semestre de 2025, o número de empresas em recuperação judicial chegou a 4.965, um aumento de 17,6% em relação ao mesmo período de 2024. Esse cenário é impulsionado por uma combinação de fatores: juros elevados — com a taxa Selic mantida em 15% ao ano —, o que encarece o crédito e pressiona o caixa das empresas; e o impacto das sanções comerciais dos EUA, como o tarifaço de 50%, além da ameaça de medidas mais severas (como extensão da Lei Magnitsky ou exclusão do país do sistema SWIFT) caso o ex-presidente Jair Bolsonaro seja condenado. Muitos negócios usam a recuperação judicial como mecanismo de renegociação de dívidas, mas quase 30% dessas empresas acabam falindo — o maior índice registrado desde que a série histórica começou.

Sobre o tema, Nathália Grizzi, sócia titular das áreas especializadas, ressalta que, se houver uma queda significativa nas exportações sem um destino alternativo de escoamento, “é possível imaginar um incremento no número de pedidos de recuperação judicial, pois isso trará pressão financeira adicional para o setor do agronegócio, que é intensivo em capital”.

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